domingo, 8 de abril de 2012

Fenix

Depois de existir ,aprendi a pensar .
A principio de forma "estalada"
como faíscas de pedras lascadas

Depois como fragmento no fogo
ardi veloz  sobre as grimpas secas
Foi  bem ai que conheci a paixão.

Fenix, morri no céu dás águias
Ressurgi em riscos de aquarela
Agora ando assim,
sempre ansiosa por delicadas pinceladas
de  amor.

Alba Regina Bonotto

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Ritimo


A verdade é anterior a consciência
tato melódico do que somos. 

O silencio  adorna,
projeções de cantos a encantos. 

Posso ver a resposta
aos instantes  que de nós incidem em poros.

São pequenos poemas de olhares
sorrisos adocicados que vertem da pupila

A musica tomba-se ao coração
que vai ritmando caricias.

Ao ver meus rabiscos te vejo solfejar
e teus lábios respingam faíscas de mel.

Ao te ouvido confidencio em sussurros:
- É na constância que seras capaz de ler o som e sentir-me peles.


Alba Regina Bonotto